4.8.05

Banda Desenhada: The Book of Bunny Suicides

Fartos de viver, um grupo de coelinhos brancos, queridos e fofinhos, decide por termo à vida da maneira mais original possível. Esta é a história dos Bunny Suicides!



The Book of Bunny Suicides foi escrito e desenhado por Andy Riley, génio por trás da série Big Train, que passou há não muito tempo na Sic Radical. E o que Andy Riley nos oferece? Coelhinhos brancos a suicidarem-se. O livro é só isso. Coelhos a morrer. Das maneiras mais estupidas e inacreditáveis! Não há muito mais a explicar sobre este livro. Não há um fio condutor. Não há espaço para enredos elaborados! Temos apenas coelhos e morte! Que combinação!

Em termos de ilustração, Bunny Suicides é directo. Os desenhos são a preto e branco, simples e sem rodeios nem floreados. A maior parte das mortes ocupa apenas uma prancha...



As situações mais hilariantes para mim são as mortes mais elaboradas e engenhosas. Vejamos esta, por exemplo...





The Book of Bunny Suicides é pequeno e lê-se bem duas ou três vezes de seguida! Será talvez doentio e perverso, sem qualquer sentido, mas não deixa de ser extremamente divertido! Todas as pessoas a quem tive oportunidade de mostrar este livro tiveram uma destas duas reacções: repulsa ou um ataque de riso incontrolável!



Este livro, bem como a sua sequela (The Return of the Bunny Suicides), encontra-se à venda na Fnac. Check it out!

2.8.05

Livros: Como Ficar Estupidamente Culto em Apenas (10) Minutos

Agosto! Pico do Verão, auge da Silly Season... Altura de meter o cérebro de molho e descansar a cabeça... Não será a melhor altura do ano para ler, de certeza, a não ser a chamada literatura de praia, livros levezinhos sem sumo, só para matar o vício...

O livro que vos trago este mês intitula-se Como Ficar Estupidamente Culto em Apenas (10) Minutos. Não é um livro pesado. Também não é um livro leve. É um livro... Assim como... Enfim, é bom para o Verão!

Como Ficar Estupidamente Culto em Apenas (10) Minutos, de Nuno Amaral Jerónimo e José Carlos Alexandre, é algo que se lê bem. Possui duas grandes vantagens: está escrito em linguagem vulgar, o que facilita a sua leitura, e adquire-se conhecimento falso e inútil sobre os mais variados temas. O livro pretende ser uma enciclopédia non-sense, em que o leitor adquire imensas frases feitas para fazer passar por suas, e um vasto conhecimento falso sobre variadíssimos temas.

Neste compêndio encontram-se:

- Resumos Literários (Ulisses estava farto de estar em casa e saiu para comprar tabaco. Voltou vinte anos depois quando a mulher já se andava a rir para os vizinhos. Odisseia, por Homero)

- Resumos Cinematográficos (Um grupo de extraterrestres de borracha aterra nos Estados Unidos para comer uma bifana antes de seguir viagem. Um deles afasta-se para dar uma mija e perde-se dos amigos. É normal que um estranho se perca na América, quando metade dos americanos não sabe indicar no mapa onde fica a sua própria casa. ET, por Steven Spielberg)

- História de Portugal (A Batalha de Aljubarrota foi ganha pela Ala dos Namorados. A voz de Nuno Guerreiro deixou as tropas espanholas em estado de choque psicológico e era vê-los correr em direcção aos bordéis de borda de estrada para lá de Badajoz)

- Geografia (Espanha - Bocado de terra que se sacrifica há anos para que Portugal não tenha fronteiras com França)

- Provérbios (Deus snifa direito umas linhas tortas)

- E muitas outras informações de fazer corar o almanaque borda d'água...

Portanto, Como Ficar Estupidamente Culto em Apenas (10) Minutos (com prefácio de Ricardo Araújo Pereira), é perfeito para quem gosta de ler e não tem paciência para Tolstoi quando estão 40 graus à sombra... Vende-se em tudo o que é livraria.

16.7.05

Sortido: Berlenga

Existem pessoas que têm como destino de férias ideal uma semana na República Dominicana com tudo incluido, ficando 7 dias fechados num hotel com praia privada, ignorando que fora dos muros da unidade hoteleira as pessoas assassinam-se umas às outras por dá cá aquela palha.

Outras pessoas há que preferem os parques de campismo nacionais, seja a esterqueira de um avançado na Costa da Caparica, seja uma tenda montada na Praia da Galé.

Para mim, o meu destino de férias ideal é apenas e só a Ilha da Berlenga, alvo de veneração bairista por parte de muitos dos meus conterrâneos...



Situada a cerca de 10, 11 quilómetros de Peniche, o arquipélago da Berlenga é formado pelos Farilhões, pelas Estelas, Forcadas e pela Ilha da Berlenga. Durante todo o ano esta reserva natural encontra-se fechada ao público, mas na época balnear, as portas do seu parque de campismo abrem-se para quem quizer conhecer esta pérola perdida no Atlântico.

Tudo nesta ilha me traz excelentes recordações: A atribulada viagem de barco, com mais de metade das pessoas a largar engodo para os peixinhos do mar, os garrafões colocados estratégicamente ao sol para no final do dia termos água quente para nos banharmos, os longos passeios à volta da ilha, as visitas guiadas às grutas, os escaldões, as cervejas no bar quando a praia está à pinha, as sardinhadas oferecidas pelos pescadores, as bebedeiras e guitarradas até às 4, 5, 6 da manhã, adormecer com o cantar das pardelas, acordar com o grasnar das gaivotas, entre outros inúmeros pormenores demasiado pitorescos para serem lembrados aqui...


Este ano, compromissos profissionais impedem-me de visitar o meu destino ideal de férias. Porém, para os interessados, podem reservar lugar no parque de campismo no Posto de Turismo de Peniche, ou na sede da Reserva Natural da Berlenga. Procurem os números de telefone nas Páginas Amarelas. Duvido que ainda haja espaço nos próximos 15 dias, mas ainda ssim, não custa tentar. Até Setembro ainda vão a tempo.

12.7.05

Filmes: Dawn of the Dead

Sabem aqueles filmes que são tão maus, tão maus, que acabam por se tornar num clássico? Dawn Of The Dead é um desses filmes.

Parido da mente afectada do mestre George A. Romero, grande impulsionador dos filmes de baixo orçamento (denominados filmes de série B, por servirem de alternativa aos filmes de Hollywood) explorando a temática dos mortos vivos, Dawn of The Dead (o original, de 1978) é a sequela do também ultra-clássico Night Of The Living Dead(1968). Este filme tornou-se num ícone tão forte que até recentemente foi realizado um remake (nada mau, por sinal) e uma paródia!



O enredo: Depois de um ataque inexplicado a nível global por parte de Zombies, um grupo de 4 pessoas procura abrigo num centro comercial, apinhado, claro está, destes seres. Enquanto tentam sobreviver matando tudo o que se mexe, estas pessoas ainda têm tempo de ir às compras e jogar aos Space Invaders! O apelo ao consumismo é mais forte do que o instinto de sobrevivência, pelos vistos...

Como toda a gente sabe, um zombie só morre quando recebe um tiro na cabeça (é lógico!). É aqui que entra um dos pormenores técnicos que tornam este filme num clássico intemporal. Se pararmos a imagem no preciso momento em que um zombie recebe uma bala entre os olhos, podemos ver que o morto vivo não passa de um manequim de montra cheio de visceras de porco.



Outro pormenor engraçado é a caracterização dos zombies. Basta uma pessoa encontrada ao acaso na rua pintar a cara de cinzento (não vale a pena pintar os braços ou tronco, basta a cara) e está pronta para entrar num filme de George A. Romero!



A minha cena preferida deste filme é aquela em que um gang de motoqueiros resolve estragar a festa aos herois e decide pilhar o centro comercial. É vê-los a roubar tudo e todos os que encontram, incluindo zombies! Isso mesmo, os motoqueiros roubam joias aos zombies, e ainda lhes espetam com tartes na cara! É nesta altura que quem vê este filme pela primeira vez mete as mãos à cabeça e exclama “O que vai na cabeça deste realizador para meter motoqueiros a assaltar mortos-vivos?”

Dawn of the Dead é um “must-have” para todos os apreciadores do cinema fantástico. Já o vi à venda na Fnac, na secção de importação. Porém, a minha cópia foi comprada num quiosque de jornais banal. Portanto, fiquem atentos! Os zombies atacam onde menos se espera!



Trailer:

10.7.05

Discos: Devendra Banhart - Rejoicing in the hands & Niño Rojo

Devendra Banhart, um vagabundo com sorte.



Devendra Banhart é um dos melhores cantores da chamada “Nova-Folk”. Munido com a sua guitarra acústica e a sua voz sobejamente peculiar, Devendra encanta com a musicalidade das suas músicas, quer cante sobre amores perdidos, amigos reencontrados ou sobre os seus dentes que já não mordem mas ainda podem dançar.

Este senhor foi encontrado através de uma gravação artesanal que andava a circular pelas ruas Norte-Americanas. Depois de alguma busca, descobriu-se um Devendra Banhart andrajoso e mal-nutrido a tocar num bar Irlandês para sobreviver. Nesta altura, Devendra era já um sem-abrigo há alguns anos, não sem antes ter percorrido o mundo com a mochila às costas.

Rapidamente, Devendra foi levado para um estúdio, onde gravou compulsivamente cerca de 30 e muitas músicas. O resultado dessas gravações encontra-se nos Albuns-gémeos “Rejoicing In The Hands” e “Niño Rojo”.

Ambos estes albuns, editados em 2004, seguem a mesma direcção. Devendra, sozinho à guitarra, por vezes com alguns instrumentos extra adicionados posteriormente. A sua voz, estranha mas ao mesmo tempo bela, a sua falta de jeito com os microfones (por vezes a respiração encobre a guitarra), a sua guitarra desafinada, a sua tendência para inventar acordes, as letras imbecis, as letras lindíssimas, as melodias que se entranham nos nossos cérebros e corações. Devendra Banhart respira genialidade e sinceridade. E é por isso que “Rejoicing In The Hands” e Niño Rojo” nos colocam a sorrir e a trautear pelo dia fora.

Gostaria de destacar no album Rejoicing In The Hands” a música “This Beard is For Siobhán”…



No album “Niño Rojo”, o destaque vai para “At The Hop”...



Todas as restantes músicas são realmente boas, mas estas duas oferecem-me emoções distintas. A primeira, a alegria infantil. A segunda, a tristeza camuflada de esperança. Devendra Banhart é grande!

9.7.05

Banda Desenhada: The Monsters in my Tummy

Roman Dirge é uma das joias da coroa da Slave Labor Graphics. Brilhante escritor e desenhista de comics, tem uma estética algo doce e amarga, juntando monstros e personagens fantasmagóricas com violência, mas condimentando tudo com uma inocência quase pura, ao melhor estilo de Tim Burton. A sua obra maior e mais afamada dá pelo nome de Lenore, The Cute Little Dead Girl, sobre a qual dissertarei em breve.

Mas não é isso que vos trago hoje.

Uma faceta pouco divulgada de Roman Dirge é a sua capacidade magistral para escrever contos ilustrados. A minha proposta deste mês é um pequeno livro intitulado The Monsters in My Tummy, por considerar este como o seu melhor conto até à data e por se referir a uma situação com que lido na minha vida pessoal.



The Monsters in My Tummy, escrito em verso e ilustrado pelo próprio Dirge, é uma pequena história acerca de uma situação com a qual muitos de nós já se viram confrontados, o fim de uma relação afectiva de longo termo. A história pode parecer banal à primeira vista, mas não o é. Começa com o final da relação propriamente dito, e depois desenvolve-se com as emoções negativas que nos afectam. Eventualmente, essas emoções acabam por dar lugar a outras mais alegres, como é normal neste tipo de situações.



Porém, as emoções estão representadas neste livro por monstros. A Dor, a Solidão, a Traição, são todos monstros, com personalidade própria e astutamente representados graficamente. A forma como as emoções lidam umas com as outras está muito bem conseguida, e o final deixa uma sensação de vazio inexplicável. Muito, muito, muito bom!

Não acredito que esta obra alguma vez venha a ter uma versão em Português. A única hipótese é encontrarem uma loja que venda Bd de importação. Comprei a minha cópia de The Monsters in My Tummy através da Shop Suey Comics. Para os interessados, dirijam-se a Rua Barão de Viamonte nº 50, em Leiria (na Rua Direita, perto da loja de Tatoos). Garanto que vale a pena. Esta loja possui também imensos de Comics da Slave Labor e de outras empresas mais Mainstream, portanto, aproveitem a dica.

5.7.05

Livros: Morte em Pleno Verão

Yukio Mishima foi um brilhante escritor Japonês do século XX, nomeado por três vezes para o prémio Nobel da Literatura, apesar de ser mais conhecido pelo facto de se ter masturbado à conta de uma fotografia do Papa. Um perfeito caso de actos menores que ofuscam as obras maiores.



Mishima nasceu numa família descendente de Samurais, e foi educado na primeira infância pela sua avó, que o forçava a massajá-la todos os dias e o obrigava a brincar às bonecas com as primas. Com 12 anos, voltou a viver com os pais. O seu progenitor era um homem austero, simpatizante dos ideiais nazis, e sempre procurou incutir um sentido militar no seu filho. Esta educação desiquilibrada fez de Yukio Mishima um homem à procura do seu lugar no mundo, um eterno caso de homosexualidade fechada no armário.

A sua primeira grande obra foi mesmo a sua autobiografia, que o tornou uma celebridade no seu País com apenas 24 anos.

O seu espólio literário conta com 40 romances, 18 peças de teatro tradicional Japonês (Kabuki), 20 livros de Histórias curtas e mais de 20 ensaios.

Revelando uma doentia obsessão pela morte, Yukio praticava culturismo e era mestre na arte espadachim dos Samurai, como maneira de adiar a velhiçe. Gostava também de se auto-fotografar, simulando suicídio.



Estas fotografias eram encaradas como treino para a sua morte, que viria a acontecer à boa maneira Samurai, abrindo o seu estômago ao mesmo tempo que era decapitado por um colaborador.

Os seus livros abordam quase sistemáticamente os temas do amor e da morte. Gostaria de sugerir o Morte em Pleno Verão, por ser um dos seus livros que mais facilmente se encontra nas livrarias nacionais.

Morte em Pleno Verão consiste em três histórias curtas, todas relacionadas com a morte, acidental, auto-inflingida e espiritual. A primeira história centra-se na dor de uma mulher que acabara de perder os seus filhos, afogados numa estância balnear. A sua cunhada, ao ver os cadáveres dos sobrinhos, sucumbe a um ataque cardíaco. Toda esta história acompanha o processo de cura da mulher, e como os sentimentos se desvanecem. A segunda história fala de um antigo Samurai desonrado, que vê o seppuku como única opção. A terceira história está relacionada com um homem que encontra uma antiga geisha de quem tinha sido intimo.

Todos estes contos são escritos em tom sereno, sem uma ponta de ironia, abordando os problemas existênciais das personagens de uma forma belíssima. Destaco a segunda história, uma verdadeira obra prima. Mishima consegue transformar a brutalidade de um suicídio assistido em algo muito belo e extremamente erótico. Sente-se ternura nos gestos da esposa do Samurai, enquanto o auxilia a abrir o estômago com um punhal.

Morte em Pleno Verão é das poucas obras de Mishima traduzidas para Português, portanto, qualquer boa livraria possui este livro. É barato, lê-se muito bem e é lindíssimo.

16.6.05

Tascas: Tasca 7

Falando agora de outros tipos de cultos, gostaria de começar por falar um pouco de uma das melhores tascas de Leiria, que infelizmente vai caindo no esquecimento da população, a Tasca 7!



A Tasca 7, no meu tempo de estudante, era um antro onde Doutores e Semi-Doutores de capa e batina conviviam alegremente com trolhas e pedreiros com cimento seco agarrado às calças. Era um ambiente saudável e ameno, que descambava sempre em bebedeiras de caixão à cova!



Esta taberna, situada numa rua transversal entre a Praça Rodrigues Lobo e a Rua Direita, tem como nome original qualquer coisa como "O Retiro do Abade", mas é mais conhecida como Tasca 7 devido ao número que está na porta. A decoração está plena de motivos tauromáquicos, portanto, goste-se ou não de tourada, a conversa vai sempre parar a esse tema nas primeiras visitas ao estabelecimento.

Entrado na Tasca 7, depois de escolhida a mesa, lá vem o Sr. Carlos, sempre de fato e gravata como os taberneiros de antigamente, espetar uma garrafa de tinto na mesa. Depois é escolher o petisco. Aconselho a lentrisca, tiras de entremeada cortada aos pedaçinhos e regada com muito picante, como manda a lei. Fujam dos ossos cozidos. Não ligam muito bem com o vinho.



Gostaria de realçar que o Sr. Carlos não suporta fumadores compulsivos (eu era sempre moralmente obrigado a ir fumar para a porta), mas é uma joia de pessoa. Uma vez, depois de ter bebidos uns litros, esqueci-me do meu relógio na Tasca. Passado duas semanas, quando lá voltei, fui recebido com o meu relógio enfiado no gargalo de uma garrafa de tinto. Não são todos os taberneiros que fazem isto, digo eu que percebo de tascas!

11.6.05

Filmes: Toxic Avenger

AVISO: Filme de Série Z!!!!

O Vingador Tóxico é um Super-Herói de culto que toda a gente já viu em qualquer lado mas que ninguém conhece. Recentemente o Canal Panda passou uma série de animação baseada nesta personagem chamada Toxic Crusaders, e o Toxie entra inclusivé no videoclip do Moby, We Are All Made of Stars. O Vingador Tóxico é uma personagem da empresa de filmes independentes Troma, portanto se seguiram o programa Troma Rija, na Sic Radical, de certeza que já estão familiarizados com este ser.

Mas afinal, o que é isto do Vingador Tóxico?



Este é o Vingador Tóxico...

O Filme que vos trago hoje é o primeiro de uma série de quatro até à data, e o único que eu tive oportunidade de ver.

A história é a seguinte: Um jovem faxineiro dum ginásio trabalha de sol a sol e é gozado por toda a gente que o conhece. Um dia, os matulões do ginásio resolvem atirá-lo pela janela, aterrando mesmo dentro de um bidon de lixo tóxico que por acaso estava mesmo ali, numa carrinha de caixa aberta. A reacção química tornou o franzino rapaz num mutante grotesco, detentor de um radar interno para o mal, e de uma força bruta capaz de desfazer qualquer um em pedaços! Claro que, não sendo um mostro maléfico, Toxie também possui sensibilidade para o bem. É vê-lo a ajudar velhinhas a atravessar a passadeira e a abrir jarros de compota a donas de casa. Um amor...

Uma cena clássica é aquela em que o Toxie conhece a namorada. Estão um grupo de 3 malfeitores num restaurante de Fast-Food a molestar uma cega, quando entra em cena o nosso amigo. Rapidamente, arranca o braço ao primeiro, dando-lhe de seguida com o membro na cabeça. Ao segundo, agarra nas suas mãos e coloca-as a fritar no óleo das batatas. O terceiro vê a sua cabeça enfiada numa máquina de fazer batidos, terminando todo cortado e coberto de chantily, mas com a cerejinha no topo, como manda a lei. Com um salvamento destes, obviamente que a cega se apaixona pelo Vingador Tóxico. Quem é que não se apaixonaria? Para ver um excerto desta cena, visitem este site.

Este filme já passou na RTP1 há alguns anos, mas encontrá-lo em Portugal é uma tarefa muito dífícil. Procurem na loja do Fantasporto, uma autêntica mina de maravilhas como esta, ou então no Amazon.




Trailer: