Final oficial da Feira do Disquinho à pala, uma iniciativa que julgo proveitosa para quem dela usufruiu. As palavras carinhosas e o feedback que foram transmitindo pelo blog, pelo mail e pessoalmente levam-me a pensar que esta ideia já seria uma vitória antes mesmo do primeiro disco da Feira ser divulgado. Numa iniciativa como esta ganham todos, ganham as bandas e artistas, ganham as netlabels, ganham os amantes de música.
Ao todo, passaram pela Feira 22 bandas e artistas, representando 9 países.
Portugal, 7 representações:
- Feromona;
- b (fachada);
- Azevedo Silva;
- Norton;
- Os Azeitonas;
- João Coração;
- Stealing Orchestra.
EUA, 5 representações:
- Tsui;
- Havalina Rail Co;
- Tim Fite;
- The Bastard Fairies;
- The Bran Flakes.
Brasil, 3 representações:
- Instiga;
- Graveola e o Lixo Polifônico;
- Perdeu a Língua.
Suécia, 2 representações:
- Double Dan;
- Billie the Vision & The Dancers.
França, Alemanha, Hungria, Holanda e Colômbia com uma representação cada:
- joiejoiejoie (França);
- Anois (Alemanha);
- M.W.D. (Hungria);
- Paper Tiger (Holanda);
- Lucrecia (Colômbia).
Netlabels representadas na Feira do Disquinho à Pala:
- Poni Republic;
- 23 Seconds;
- Merzbau;
- Lastima;
- Aerotone;
- Budabeats;
- Beep! Beep! Back Up The Truck;
- Sinewave;
- Series Media;
- Illegal Art;
- You Are Not Stealing Records.
Quem estiver interessado em aventurar-se pelo mundo das netlabels, ou até quem sabe criar a sua própria editora discográfica virtual, não se esqueça de passar pelos seguintes sites:
- netlabels.org
- www.archive.org/details/netlabels
Espero que esta iniciativa vos tenha despertado uma pontinha de curiosidade em ouvir nova música, e que a escolha musical que resolvi trazer para esta Feira tenha sido adequada. Procurei incluir aqui apenas discos dos quais tivesse gostado. Por vezes durante a minha pesquisa senti-me como um mineiro, escavando por entre quilos de carvão até descobrir um raro diamante. Mas, pessoalmente, considero esta viagem bem proveitosa. O mérito vai todo para os artistas e netlabels acima mencionados. Um bem-hajam!
29.6.09
Feira do Disquinho à Pala, dia vigésimo primeiro: Stealing Orchestra
Artista: Stealing Orchestra
País: Portugal
Site: O estado oficial do site da banda é Fucked Up Right Now. Enquanto isso, www.myspace.com/stealingorchestra
Album: É Português? Não Gosto! EP (2001)
Destaque: O Pastor, a Droga e as Visões (MP3)

Eu simplesmente adoro este disco dos Stealing Orchestra! Pelas mais variadas razões:
- Porque foi o primeiro disco a ser editado pela primeira netlabel Portuguesa, a em tempos extinta mas novamente rescuscitada You Are Not Stealing Records, o que lhe garante um carácter histórico;
- Pela capa horrorosa e título apropriadamente auto-depreciativo;
- Pela sonoridade urbana, experimental, agressiva, e ao mesmo tempo rural, bucólica, popularucha;
- Pelos deliciosos títulos das canções (Conheci a Carla nos Carrinhos de Choque! Overdose no WC da Feira Popular! Ser Jovem Sem Droga, Acólito e Virgem!);
- Pelas homenagens (paródias?) a For Me Formidable (de Aznavour, Charles) e Maravilhoso Coração Maravilhoso (de Paulo, Marco);
- Pelo mash-up 8-bit das tradicionais Hava Nagila e Katiousha;
- Pela versão Fado da Mensagem da Dona Lina, um dos primeiros sucessos da internet Portuguesa, dos tempos do Vai Já Chamar a Tua Filha;
- Pelo tresloucado remix do hino dos Renegados de Boliqueime, O Gajo que Trocava Deus por uma Cerveja;
- E principalmente, pela faixa O Pastor, a Droga e as Visões, um tema que me remete imediatamente para os prados secretos bem no alto da Serra Amarela, no Parque Nacional Peneda-Gerês, onde passei tardes indolentes de papo para o ar a contar as nuvens com os meus então colegas de estágio, entretanto melhores amigos Rui e Hugo.
Por todas estas razões e mais algumas, É Português? Não Gosto! tem a honra de encerrar a Feira do Disquinho à Pala, pois por mais estranho e inacessível que possa parecer, não merece a obscuridade à qual está votado!
Felizmente, e apesar do silêncio por parte da banda (consta que preparam album novo), o espólio da You Are Not Stealing Records foi salvo e a editora voltou ao activo. A nova morada da You Are Not Stealing Records é youarenotstealingrecords.blogspot.com, e conta já com novas edições. É Português? Não Gosto! poderá ser descarregado aqui.
País: Portugal
Site: O estado oficial do site da banda é Fucked Up Right Now. Enquanto isso, www.myspace.com/stealingorchestra
Album: É Português? Não Gosto! EP (2001)
Destaque: O Pastor, a Droga e as Visões (MP3)

Eu simplesmente adoro este disco dos Stealing Orchestra! Pelas mais variadas razões:
- Porque foi o primeiro disco a ser editado pela primeira netlabel Portuguesa, a em tempos extinta mas novamente rescuscitada You Are Not Stealing Records, o que lhe garante um carácter histórico;
- Pela capa horrorosa e título apropriadamente auto-depreciativo;
- Pela sonoridade urbana, experimental, agressiva, e ao mesmo tempo rural, bucólica, popularucha;
- Pelos deliciosos títulos das canções (Conheci a Carla nos Carrinhos de Choque! Overdose no WC da Feira Popular! Ser Jovem Sem Droga, Acólito e Virgem!);
- Pelas homenagens (paródias?) a For Me Formidable (de Aznavour, Charles) e Maravilhoso Coração Maravilhoso (de Paulo, Marco);
- Pelo mash-up 8-bit das tradicionais Hava Nagila e Katiousha;
- Pela versão Fado da Mensagem da Dona Lina, um dos primeiros sucessos da internet Portuguesa, dos tempos do Vai Já Chamar a Tua Filha;
- Pelo tresloucado remix do hino dos Renegados de Boliqueime, O Gajo que Trocava Deus por uma Cerveja;
- E principalmente, pela faixa O Pastor, a Droga e as Visões, um tema que me remete imediatamente para os prados secretos bem no alto da Serra Amarela, no Parque Nacional Peneda-Gerês, onde passei tardes indolentes de papo para o ar a contar as nuvens com os meus então colegas de estágio, entretanto melhores amigos Rui e Hugo.
Por todas estas razões e mais algumas, É Português? Não Gosto! tem a honra de encerrar a Feira do Disquinho à Pala, pois por mais estranho e inacessível que possa parecer, não merece a obscuridade à qual está votado!
Felizmente, e apesar do silêncio por parte da banda (consta que preparam album novo), o espólio da You Are Not Stealing Records foi salvo e a editora voltou ao activo. A nova morada da You Are Not Stealing Records é youarenotstealingrecords.blogspot.com, e conta já com novas edições. É Português? Não Gosto! poderá ser descarregado aqui.
28.6.09
Pausa na Feira do Disquinho à Pala para compromissos gratuitos
27.6.09
Pausa na Feira do Disquinho à Pala para compromissos gratuitos

Bor Land Can Take You Anywhere You Want, uma engraçada e atribulada viagem pelo catálogo da editora nacional Bor Land. À pala!
Visitem o site!
Descarreguem aqui!
26.6.09
Feira do Disquinho à Pala, dia vigésimo: The Bran Flakes
Artista: The Bran Flakes
País: EUA
Site: www.thebranflakes.com
Album: I Have Hands (2009)
Destaque: The Sidewalk Song (MP3)

I Have Hands é o disco mais divertido de toda a Feira do Disquinho à Pala! Facto.
Os The Bran Flakes são uma dupla Norte-Americana de DJs especializados, segundo as palavras dos próprios, em "criar música a partir de fontes pré-existentes". Traduzindo, The Bran Flakes fazem música utilizando samples a torto e a direito, à esquerda e à direita. E no caso de I Have Hands, fazem-no de forma descontraída, divertida e bem-disposta. Existem estudos científicos e teses de mestrado que provam que não é possivel escutar faixas como The Sidewalk Song ou You Can Do Most Anything sem pelo menos esboçar um sorriso. I Have Hands é dançavel e dançante, de uma maneira tão infantil e tontinha que nos eleva a moral à estratosfera. Ao todo são 30 faixas muito bem dispostas, ideais para jogging, cycling e outras actividades terminadas em ing!
I Have Hands encontra-se para descarga no site Illegal Art, uma netlabel que não é netlabel. Lembram-se do processo que os Radiohead utilizaram para a edição do In Rainbows? Basicamente, o principio da Illegal Art é o mesmo. Basta dirigirem-se a www.illegal-art.net/shop, selecionarem o disco dos The Bran Flakes, colocar MP3 no formato pretendido, escrever o preço que se pretende pagar pelo disco (caso seja zero dólares, não há problema), e clicar em Continue Checkout. Um link contendo o disco deverá surgir depois de todo este processo. Pode parecer moroso, mas olhem que este disco vale a pena! Este e todos os outros incluídos no site. A Illegal Art é também a casa do muy badalado rei do Mash-up, Girl Talk (como é que este gajo ainda não foi preso por infração de direitos de autor, pergunto eu com admiração e respeito?), portanto passem a vista e a orelha pelo catálogo da editora.
País: EUA
Site: www.thebranflakes.com
Album: I Have Hands (2009)
Destaque: The Sidewalk Song (MP3)

I Have Hands é o disco mais divertido de toda a Feira do Disquinho à Pala! Facto.
Os The Bran Flakes são uma dupla Norte-Americana de DJs especializados, segundo as palavras dos próprios, em "criar música a partir de fontes pré-existentes". Traduzindo, The Bran Flakes fazem música utilizando samples a torto e a direito, à esquerda e à direita. E no caso de I Have Hands, fazem-no de forma descontraída, divertida e bem-disposta. Existem estudos científicos e teses de mestrado que provam que não é possivel escutar faixas como The Sidewalk Song ou You Can Do Most Anything sem pelo menos esboçar um sorriso. I Have Hands é dançavel e dançante, de uma maneira tão infantil e tontinha que nos eleva a moral à estratosfera. Ao todo são 30 faixas muito bem dispostas, ideais para jogging, cycling e outras actividades terminadas em ing!
I Have Hands encontra-se para descarga no site Illegal Art, uma netlabel que não é netlabel. Lembram-se do processo que os Radiohead utilizaram para a edição do In Rainbows? Basicamente, o principio da Illegal Art é o mesmo. Basta dirigirem-se a www.illegal-art.net/shop, selecionarem o disco dos The Bran Flakes, colocar MP3 no formato pretendido, escrever o preço que se pretende pagar pelo disco (caso seja zero dólares, não há problema), e clicar em Continue Checkout. Um link contendo o disco deverá surgir depois de todo este processo. Pode parecer moroso, mas olhem que este disco vale a pena! Este e todos os outros incluídos no site. A Illegal Art é também a casa do muy badalado rei do Mash-up, Girl Talk (como é que este gajo ainda não foi preso por infração de direitos de autor, pergunto eu com admiração e respeito?), portanto passem a vista e a orelha pelo catálogo da editora.
25.6.09
Feira do Disquinho à Pala, dia décimo nono: The Bastard Fairies
Artista: The Bastard Fairies
País: Ela é Norte-Americana das verdadeiras e originais, ele é Inglês, mas formaram-se em Los Angeles, portanto vou arriscar e dizer EUA
Site: thebastardfairies.com
Album: Memento Mori (2007)
Destaque: Ode to the Prostitute (MP3)

Nascidos nas colinas de Hollywood, The Bastard Fairies é o esforço conjunto da vocalista Yellow Thunder Woman (ou Wakinyan Zi Win) e o multi-instrumentista e fotógrafo Robin Fuckin' Davey. Praticantes de Indie Pop da escola mais "esquisita" e terroristas do audiovisual, a banda disponibilizou o seu disco de estreia, Memento Mori, para descarga gratuita. E, afirme-se, este disco é daqueles que ou se gosta à primeira ou escuta-se as vezes que forem precisas até se gostar. Porque é bom. Faixas como Guns and Dolls, Ode to the Prostitute e A Venemous Tale merecem ser ouvidas. De sonoridade agri-doce, reconfortante e desconfortável, Memento Mori é uma provocação dos sentidos.
A edição física (a pagantes) conta com mais 5 faixas de bónus, mas a edição online tem um belo cardápio de fotografias semi-nuas de Yellow Thunder Woman à distância de um clique de rato. 12-Cantigas-12 pelo preço de grátis, descarregáveis a partir de aqui. Poderão ter de se registar, mas se aldrabarem nos dados que fornecerem (e responderem não a tudo) a banda não leva a mal.
País: Ela é Norte-Americana das verdadeiras e originais, ele é Inglês, mas formaram-se em Los Angeles, portanto vou arriscar e dizer EUA
Site: thebastardfairies.com
Album: Memento Mori (2007)
Destaque: Ode to the Prostitute (MP3)

Nascidos nas colinas de Hollywood, The Bastard Fairies é o esforço conjunto da vocalista Yellow Thunder Woman (ou Wakinyan Zi Win) e o multi-instrumentista e fotógrafo Robin Fuckin' Davey. Praticantes de Indie Pop da escola mais "esquisita" e terroristas do audiovisual, a banda disponibilizou o seu disco de estreia, Memento Mori, para descarga gratuita. E, afirme-se, este disco é daqueles que ou se gosta à primeira ou escuta-se as vezes que forem precisas até se gostar. Porque é bom. Faixas como Guns and Dolls, Ode to the Prostitute e A Venemous Tale merecem ser ouvidas. De sonoridade agri-doce, reconfortante e desconfortável, Memento Mori é uma provocação dos sentidos.
A edição física (a pagantes) conta com mais 5 faixas de bónus, mas a edição online tem um belo cardápio de fotografias semi-nuas de Yellow Thunder Woman à distância de um clique de rato. 12-Cantigas-12 pelo preço de grátis, descarregáveis a partir de aqui. Poderão ter de se registar, mas se aldrabarem nos dados que fornecerem (e responderem não a tudo) a banda não leva a mal.
24.6.09
Feira do Disquinho à Pala, dia décimo oitavo: Lucrecia
Artista: Lucrecia (Entretanto mudou de nome para The Sound of Lucrecia)
País: Colômbia
Site: www.thesoundoflucrecia.com
Album: Like Being Home EP (2007)
Destaque: Like Being Home (MP3)

Lucrecia Pérez, que agora assina The Sound of Lucrecia para evitar confusões com outra artista com quem partilha o nome de baptismo, é uma jovem vinda da Colômbia. Dona de uma voz doce e reconfortante, Lucrecia cozinha as suas canções em lume brando, misturando a Folk com a Electrónica para criar uma primorosa Pop. Like Being Home é um pequeno e delicado EP, dono de uma leveza ambiental que lhe assenta muito bem, como se a música que brota deste trabalho nos chegasse aos sentidos envolvida num fino véu de seda. É um trabalho muito bonito e coeso, e deve ser descarregado aqui.
Este EP de Lucrecia consta do catálogo da Series Media, parte editora discográfica convencional, parte netlabel. O seu catálogo de descargas gratuitas encontra-se aqui. Destaque para as capas de cada edição, pela forma como se complementam umas às outras.
País: Colômbia
Site: www.thesoundoflucrecia.com
Album: Like Being Home EP (2007)
Destaque: Like Being Home (MP3)

Lucrecia Pérez, que agora assina The Sound of Lucrecia para evitar confusões com outra artista com quem partilha o nome de baptismo, é uma jovem vinda da Colômbia. Dona de uma voz doce e reconfortante, Lucrecia cozinha as suas canções em lume brando, misturando a Folk com a Electrónica para criar uma primorosa Pop. Like Being Home é um pequeno e delicado EP, dono de uma leveza ambiental que lhe assenta muito bem, como se a música que brota deste trabalho nos chegasse aos sentidos envolvida num fino véu de seda. É um trabalho muito bonito e coeso, e deve ser descarregado aqui.
Este EP de Lucrecia consta do catálogo da Series Media, parte editora discográfica convencional, parte netlabel. O seu catálogo de descargas gratuitas encontra-se aqui. Destaque para as capas de cada edição, pela forma como se complementam umas às outras.
23.6.09
Feira do Disquinho à Pala, dia décimo sétimo: Perdeu a Língua
Artista: Perdeu a Língua
País: Brasil
Site: Clube 'Amigos do Myspace'. www.myspace.com/perdeualingua
Album: Mamparra
Destaque: Nasce, Cresce, Reproduz e Morre (MP3)

Vindos de Aracaju, Brasil, os Perdeu a Língua ergueram-se das cinzas dos Triste Fim de Rosilene e praticam um Rock multifacetado e inventivo que vai beber das fontes da musica tradicional Brasileira e Norte-Americana. O seu disco de estreia chama-se Mamparra, e é totalmente instrumental. Uma proposta interessante para quem gosta de apreciar os instrumentos clássicos do Rock (guitarra, baixo, bateria) a serem respeitados e bem tocados. A execução é perfeita e Mamparra é rico em pormenores interessantes para o ouvido bem limpo e asseado. Um deleite.
Os Perdeu a Língua e o seu disco podem ser descarregados gratuitamente aqui. A netlabel que os representa é a Sinewave, uma editora que aposta forte no Post-Rock, Shoegaze e música experimental. Como já vem sendo hábito no caso da maior parte das netlabels, a Sinewave possui várias compilações que servem de aperitivo para o seu já vasto catálogo. A mais recente chama-se Sinewave Essencials, vol 1 e, em querendo, poderão descobri-la aqui.
País: Brasil
Site: Clube 'Amigos do Myspace'. www.myspace.com/perdeualingua
Album: Mamparra
Destaque: Nasce, Cresce, Reproduz e Morre (MP3)

Vindos de Aracaju, Brasil, os Perdeu a Língua ergueram-se das cinzas dos Triste Fim de Rosilene e praticam um Rock multifacetado e inventivo que vai beber das fontes da musica tradicional Brasileira e Norte-Americana. O seu disco de estreia chama-se Mamparra, e é totalmente instrumental. Uma proposta interessante para quem gosta de apreciar os instrumentos clássicos do Rock (guitarra, baixo, bateria) a serem respeitados e bem tocados. A execução é perfeita e Mamparra é rico em pormenores interessantes para o ouvido bem limpo e asseado. Um deleite.
Os Perdeu a Língua e o seu disco podem ser descarregados gratuitamente aqui. A netlabel que os representa é a Sinewave, uma editora que aposta forte no Post-Rock, Shoegaze e música experimental. Como já vem sendo hábito no caso da maior parte das netlabels, a Sinewave possui várias compilações que servem de aperitivo para o seu já vasto catálogo. A mais recente chama-se Sinewave Essencials, vol 1 e, em querendo, poderão descobri-la aqui.
22.6.09
Feira do Disquinho à Pala, dia décimo sexto: Paper Tiger
Artista: Paper Tiger
País: Holanda
Site: www.papertiger.nl (Está em construção, mas podem passar por lá para ouvir os carpinteiros a montá-lo)
Album: Everyone Here (2007)
Destaque: This Year (MP3)

Existem, por alguma razão, pelo menos 7 bandas ou artistas que se dão pelo nome de Paper Tiger. Neste caso, trago-vos os Paper Tiger da Holanda, e o seu simpático disco Everyone Here.
Everyone Here é a divertida junção da Pop com a Folk e o Rock. Não traz nada de novo ao mundo da música, nem o pretende trazer, a não ser uns sorrisos e uns momentos bem passados na companhia destas guitarrinhas em desalinho. O som destes Paper Tiger remetem-me para tempos mais simples, em que a música era ainda encarada como fonte de prazer, e não de receitas. Gosto especialmente da Connected, da This Year e da faixa de abertura Jolien, mas no seu todo, aqui temos um belo disco de Indie Pop que agradará a muito ouvido distraído.
Apesar de existir a opção de adquirir uma cópia física deste disco, This Year pode ser descarregado de forma gratuita e sem culpa no site da netlabel com o nome mais delicioso de toda a Feira do Disquinho à Pala, a Beep! Beep! Back up the Truck. Se tiverem tempo, passem os ouvidos pelas outras bandas representadas por esta netlabel. As músicas, além de poderem ser descarregadas, possuem a opção de poderem ser ouvidas em stream, um bónus para quem gosta de provar antes de sacar.
O disco dos Paper Tiger dos Países Baixos encontra-se aqui.
País: Holanda
Site: www.papertiger.nl (Está em construção, mas podem passar por lá para ouvir os carpinteiros a montá-lo)
Album: Everyone Here (2007)
Destaque: This Year (MP3)

Existem, por alguma razão, pelo menos 7 bandas ou artistas que se dão pelo nome de Paper Tiger. Neste caso, trago-vos os Paper Tiger da Holanda, e o seu simpático disco Everyone Here.
Everyone Here é a divertida junção da Pop com a Folk e o Rock. Não traz nada de novo ao mundo da música, nem o pretende trazer, a não ser uns sorrisos e uns momentos bem passados na companhia destas guitarrinhas em desalinho. O som destes Paper Tiger remetem-me para tempos mais simples, em que a música era ainda encarada como fonte de prazer, e não de receitas. Gosto especialmente da Connected, da This Year e da faixa de abertura Jolien, mas no seu todo, aqui temos um belo disco de Indie Pop que agradará a muito ouvido distraído.
Apesar de existir a opção de adquirir uma cópia física deste disco, This Year pode ser descarregado de forma gratuita e sem culpa no site da netlabel com o nome mais delicioso de toda a Feira do Disquinho à Pala, a Beep! Beep! Back up the Truck. Se tiverem tempo, passem os ouvidos pelas outras bandas representadas por esta netlabel. As músicas, além de poderem ser descarregadas, possuem a opção de poderem ser ouvidas em stream, um bónus para quem gosta de provar antes de sacar.
O disco dos Paper Tiger dos Países Baixos encontra-se aqui.
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